<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Internacional on Portal</title><link>https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/</link><description>Recent content in Internacional on Portal</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Thu, 15 Oct 2026 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Parapolítica: quando os paramilitares elegeram o Congresso da Colômbia</title><link>https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/paramilitares-colombia/</link><pubDate>Thu, 15 Oct 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/paramilitares-colombia/</guid><description>&lt;p>Durante décadas, a Colômbia viveu um conflito armado com várias frentes. De um lado, guerrilhas de esquerda, como as &lt;strong>FARC&lt;/strong> e o &lt;strong>ELN&lt;/strong>. Do outro, o Estado. E, no meio, um terceiro ator que cresceu nos anos 1980 e 1990: os &lt;strong>paramilitares&lt;/strong>, grupos armados de extrema direita criados com o discurso de combater a guerrilha, mas que se envolveram profundamente com o &lt;strong>narcotráfico&lt;/strong> e com massacres contra a população civil. No início dos anos 2000, eles já não queriam apenas controlar territórios. Queriam controlar o Estado. O escândalo que revelou isso ficou conhecido como &lt;strong>parapolítica&lt;/strong>.&lt;/p></description></item><item><title>O Golpe da Cocaína: quando o narcotráfico tomou o governo da Bolívia</title><link>https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/golpe-da-cocaina/</link><pubDate>Sun, 11 Oct 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/golpe-da-cocaina/</guid><description>&lt;p>Em 1980, a Bolívia estava prestes a ter um governo eleito. Depois de anos de ditaduras e eleições anuladas, o candidato de centro-esquerda &lt;strong>Hernán Siles Zuazo&lt;/strong> tinha vencido a votação e aguardava a confirmação do Congresso. Em &lt;strong>17 de julho de 1980&lt;/strong>, antes que isso acontecesse, tanques e paramilitares tomaram La Paz. O general &lt;strong>Luis García Meza&lt;/strong> assumiu o poder. Por trás dele estava um patrocinador inédito para um golpe de Estado: o &lt;strong>narcotráfico&lt;/strong>. O episódio entrou para a história como o &lt;strong>Golpe da Cocaína&lt;/strong>.&lt;/p></description></item><item><title>Manuel Noriega: o ditador que trabalhava para a CIA e para o cartel</title><link>https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/manuel-noriega/</link><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:00:00 +0000</pubDate><guid>https://individuoexecravel-creator.github.io/portal/internacional/manuel-noriega/</guid><description>&lt;p>Manuel Antonio Noriega nunca foi eleito para nada. Mesmo assim, durante a maior parte dos anos 1980, foi o homem que mandava no &lt;strong>Panamá&lt;/strong>. Comandava as forças armadas, decidia quem seria presidente e controlava a polícia e os serviços de inteligência. Ao mesmo tempo, era um &lt;strong>informante pago pela CIA&lt;/strong> e um &lt;strong>parceiro do Cartel de Medellín&lt;/strong>, de Pablo Escobar. Essa dupla lealdade funcionou por anos, até que deixou de ser útil para Washington.&lt;/p></description></item></channel></rss>